Metrô ameaça a
periculosidade

O Papai Noel do
Metrô abre o saco de maldades para implantar o pagamento da
periculosidade por apontamento. O Sindicato não concorda com esta
medida e está convocando todos os metroviários para lutar contra a
decisão da empresa
O Metrô quer
instituir o controle de pagamento do adicional de periculosidade por
apontamento, mediante comprovação de ingresso em área de risco.
Há muito tempo que
o Metrô insiste em implantar esta medida. Em agosto deste ano, com a
greve marcada para ter início no dia 1º de setembro, o Metrô enviou
uma carta ao Sindicato suspendendo a mudança da forma de pagamento da
periculosidade por 120 dias. O prazo vence no dia 1º de janeiro.
Na última
sexta-feira, 26/11, o Sindicato e uma comissão de funcionários,
composta por representantes de várias áreas da GMT e GOP, estiveram
reunidos com o GRH para debater o assunto. Na reunião a empresa
manteve a sua posição e os representantes dos trabalhadores
reivindicaram a suspensão da data prevista para implantação da
mudança, com o objetivo de ampliar a discussão sobre o tema.
Mas para garantir
que isto não aconteça a partir de janeiro, no dia 2 de dezembro o
Sindicato vai realizar uma assembléia para definir as estratégias que
a categoria vai adotar na luta contra o pagamento da periculosidade
por apontamento.
A presença de
todos na assembléia é fundamental para fortalecer a resistência contra
esta medida que, se for implantada em algumas áreas, poderá se
estender para todos os metroviários.
Assembléia: 02/12,
quinta-feira, às 18h30 no Sindicato.
Pauta: A luta
contra a periculosidade por apontamento e pendências gerais na área de
Segurança do Trabalho