Última Edição:
Nº 465 - 29/11/2004


 


Metrô ameaça a
periculosidade


 

O Papai Noel do Metrô abre o saco de maldades para implantar o pagamento da periculosidade por apontamento. O Sindicato não concorda com esta medida e está convocando todos os metroviários para lutar contra a decisão da empresa

O Metrô quer instituir o controle de pagamento do adicional de periculosidade por apontamento, mediante comprovação de ingresso em área de risco.

Há muito tempo que o Metrô insiste em implantar esta medida. Em agosto deste ano, com a greve marcada para ter início no dia 1º de setembro, o Metrô enviou uma carta ao Sindicato suspendendo a mudança da forma de pagamento da periculosidade por 120 dias. O prazo vence no dia 1º de janeiro.

Na última sexta-feira, 26/11, o Sindicato e uma comissão de funcionários, composta por representantes de várias áreas da GMT e GOP, estiveram reunidos com o GRH para debater o assunto. Na reunião a empresa manteve a sua posição e os representantes dos trabalhadores reivindicaram a suspensão da data prevista para implantação da mudança, com o objetivo de ampliar a discussão sobre o tema.

Mas para garantir que isto não aconteça a partir de janeiro, no dia 2 de dezembro o Sindicato vai realizar uma assembléia para definir as estratégias que a categoria vai adotar na luta contra o pagamento da periculosidade por apontamento.

A presença de todos na assembléia é fundamental para fortalecer a resistência contra esta medida que, se for implantada em algumas áreas, poderá se estender para todos os metroviários.

 

Assembléia: 02/12, quinta-feira, às 18h30 no Sindicato.

Pauta: A luta contra a periculosidade por apontamento e pendências gerais na área de Segurança do Trabalho

 

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