Espaço
Aberto
Direito de resposta: “Deu BO em
BFU”
O noticiado
no jornal Plataforma 452, "Deu BO em BFU", não retratou a realidade
dos fatos, serviu apenas para tentar desviar a atenção de todos, bem
como para armar e servir de pano de fundo para um tentativa de
contra-prova no Inquérito Policial, que foi aberto contra os
representante do Sindicato, indicados no referido Editorial n. 452.
Desde que cheguei em BFU, em junho de
2003, passei a ser discriminada, ofendida e constrangida por colegas
que não concordavam com minha forma de trabalho, por pautar pelo
cumprimento dos Procedimentos Operacionais. Tais colegas insistiam em
descumprir os Pos, especialmente aqueles que regulam a fiscalização de
bilhetes especiais - Blitz - e liberação de passagem gratuita na linha
de bloqueios, em verdadeira evasão de rendas, lesando e causando
prejuízos ao Metrô.
Minha presença na linha de bloqueios
incomodava alguns colegas e, após muitas ofensas, inclusive na frente
de usuários que se voltavam contra mim, e após muitos avisos aos
mesmos, verificando que não havia remédio para as atitudes ofensivas a
minha pessoa, resolvi levar ao conhecimento da supervisão através de
relatórios, e quero ressaltar que não foi motivada pelo SG Blois, mas
ao contrário, exigi dele e dos demais supervisores, atitudes contra os
colegas que me aviltavam.
Com isso, alguém daqueles que não
concordam com a minha forma honesta de trabalhar, convocou o Sindicato
e quatro representantes deste se reuniram com vários funcionários,
alguns nem sabiam do que se tratava e compareceram, pensando que era
para tratar de assuntos para melhoria do ambiente de trabalho na
estação, entretanto comprovaram durante a reunião que o assunto era eu
e minhas atitudes, que alguns acham erradas. E nesta reunião os
representantes do Sindicato disseram, entre outras ofensas, e com
todas as palavras, que "eu poderia sofrer um acidente...", "a roda do
meu carro poderia sair", etc, inclusive citando fato já ocorrido em
outra ocasião com um determinado funcionário do movimento.
Essas ameaças começaram a acontecer no dia
seguinte, quando já encontrei o cadeado do meu armário sabotado, o que
se repetiu por mais quatro vezes.
Amedrontada e pânico, resolvi levar o caso
ao conhecimento das autoridades policiais os quais acharam por bem
lavrar o BO e em seguida instaurar o Inquérito Policial para apurar o
crime de ameaça.
Dalva Golias, AE de GBU
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