Monitor
Sem saída
“Como trabalhar
para comer se não tem emprego? "
Nelson Westrup, arcebispo de Santo André, na celebração religiosa
do 1º de Maio em São Bernardo do Campo. Folha de S.Paulo, 2/05/04.4
Mudança já!
“O salário mínimo
atende cada vez menos às necessidades do homem. Não podemos continuar
com esta situação, que faz do país um péssimo distribuidor de renda.
Os recursos públicos não devem ser destinados para o pagamento de
juros e da dívida externa. Os credores podem esperar. Os desempregados
não”.
Décio Rocco, padre, ao ler uma nota da CNBB com críticas à política
econômica no ato religioso no 1º de Maio, em São Bernardo do Campo,
Folha de S.Paulo, 2/05/04.
Mobilização e luta
"Se é verdade
que o 1o de Maio desse ano foi comemorado com um gosto amargo por
esse aumento irrisório do salário mínimo, por outro lado, representa
um momento no qual os trabalhadores reforçaram a consciência de que,
como sempre, as conquistas só serão possíveis com mobilizações e lutas."
Wagner Gomes, metroviário e vice-presidente da CUT, portal
www.vermelho.org.br, 3/05/04.