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Não à redução dos direitos

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 Fome e Miséria  
Acidente de trabalho
Páscoa no Sindicato
Assédio Moral X ISO 9001 na operação

  Concurso para inglês ver

Delegados Sindicais - Eleições começam segunda

Só os trabalhadores pagam a CPMF

Correção do FGTS - Governo prepara calote

   

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Não à redução dos direitos

 

Mais de 1 milhão de trabalhadores participaram dos protestos, manifestações e paralisações em todo o país contra o projeto de lei que altera a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
Os metroviários trabalharam durante esse dia portando um adesivo, distribuído pelo Sindicato, com a seguinte frase: Não à redução dos direitos da CLT. O Sindicato também realizou uma manifestação na Estação Sé que atraiu um grande público, e participou do Ato unificado contra a Redução dos Direitos dos Trabalhadores organizado pela CUT.

No Ato realizado no Masp, na avenida Paulista, participaram mais de 10 mil que seguiram em passeata até a praça da República.

 


A luta continua
Na assembléia de quarta-feira, os metroviários resolveram suspender a greve marcada para o dia 21. A suspensão se justificou pela retirada do regime de urgência que o governo tinha imposto para a votação do projeto no Senado, adiando indefinidamente a votação.
A assembléia, no entanto, aprovou o indicativo de greve caso o governo e o Senado retomem a votação.


 

 

   

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Metroviários do RS

Numa atitude que orgulha nossa categoria, os metroviários do Rio Grande do Sul, paralisaram suas atividades durante todo o dia de ontem, contribuindo para o protesto nacional organizado pela CUT. Ao mesmo tempo, garantiram na luta o cumprimento de cláusulas do Acordo Coletivo que vinham sendo desrespeitadas pela empresa. O TRT gaúcho julgou o dissídio e determinou o pagamento do dia parado e a não punição dos grevistas.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Protesto em GBU

Terça-feira, dia 26/03, às 17 h, na estação Anhangabaú
Por condições seguras de trabalho e contra o comércio ilegal de bilhetes nas imediações e, até mesmo, dentro das estações do Metrô.

 

Seguro

Descontos especiais. Consulte o convênio entre o Sindicato, a S&P Corretora de Seguros e as grandes seguradoras do mercado. No Sindicato, f: 296-3600 (Neide) ou na Corretora f: 6281-8989.

 

 

 

 

 

 

Fome e Miséria

 

O relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler disse, no último dia 18, que o Brasil vive um “estado de guerra social”, que o direito à alimentação no país não é respeitado e que todos os direitos dos presos são violados. Ziegler, também criticou o latifúndio e o racismo no país. O representante da ONU afirmou que “o número de famintos no Brasil é um escândalo diante da riqueza do país”.
As declarações do representante da ONU chegaram às páginas do jornal New York Times e despertou o interesse de todos.
O governo admite a existência de cerca de 23 milhões de famintos, enquanto a Igreja Católica afirma que o número de famélicos é de 55 milhões.
Independente dos números, o problema da fome é uma questão de insuficiência de renda, ligada umbilicalmente aos fenômenos de pobreza e desigualdade social que caracterizam nossa sociedade. A miséria que assola o país é resultado de um padrão de organização social da produção, de caráter estruturalmente dependente e excludente, cuja dinâmica conduziu à formação de uma estrutura social injusta, marcada pela concentração da riqueza, da renda, do poder político e dos direitos de cidadãos em mãos de uma elite que só quer ampliar seus privilégios.
As críticas do representante da ONU também atestam a arapuca em que o capitalismo nos meteu e que os partidos de esquerda sempre denunciaram. O último ajuste fiscal, acordado com o Fundo Monetário Internacional, norteou a execução orçamentária do governo, prejudicando a aplicação de recursos em programas sociais que poderiam reduzir a miséria.
Apesar das duras críticas do governo ao representante da ONU, o combate à miséria se faz com ações concretas que levem ao crescimento econômico e com geração de empregos.
O desenvolvimento com justiça social implica, portanto, uma ruptura com a tendência altamente concentradora da renda e da riqueza do país.
Para acabar com a miséria e a fome, é preciso que nas próximas eleições, o povo reaja e dê um novo rumo ao país.

 

 

 

 

 

Acidente de trabalho

 

Uma das doenças de maior incidência entre os trabalhadores é a LER, também conhecida por DORT (Distúrbios Orteomusculares Relacionados ao Trabalho), que foi reconhecida como Acidente do Trabalho, pela lei 8213 de 24/7/91.
Quando o acidente ocorre ou a doença é identificada, é obrigatória a emissão da CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho).
Quando o trabalhador é afastado do trabalho até o 15º dia, a empresa cobrirá integralmente o salário. Se este afastamento for superior a 15 dias o pagamento será feito pelo INSS, através do benefício conhecido como Auxílio Doença.
Ao receber alta e o trabalhador apresentar seqüelas definitivas, caberá o benefício Auxílio Acidente, correspondente a 50% do salário de benefício, que será pago pelo INSS até a data da aposentadoria. Caso o INSS entenda que a seqüela impossibilita definitivamente para o trabalho, poderá conceder a Aposentadoria por Invalidez, correspondente a 100% do salário benefício.
É importante saber que em casos de seqüelas de acidentes do trabalho, os metroviários também tem direito a receber a indenização do Seguro de Vida, que é descontado mensalmente em seu holerit.
Maiores esclarecimentos sobre acidentes do trabalho e saúde do trabalhador podem ser obtidos com a Dra. Vaneska, advogada do Sindicato para assuntos de saúde do trabalhador.
Plantões as terças-feiras, das 15 as 17h30, e às quartas-feiras das 9 as 11h30.

 

 

 

 

 

 

 

Páscoa no Sindicato

Já começou a tradicional promoção de ovos de Páscoa do Sindicato.
Esse ano a marca do chocolate é Cacau Show, que tem ótima aceitação no mercado.
Você poderá adquirir os ovos de Páscoa nos seguintes locais:
- Sindicato: até o dia 27/03, no horário comercial.
- Pátio Jabaquara: até o dia 22/03, das 9h às 17h.
- Pátio Itaquera: de 20 a 22/03 das 9 h. às 17 h.
- Metrô I: até o dia 27/03, das 9h às 17h.
O pagamento será com desconto em folha e parcelado em duas vezes: 30 de abril e 31 de maio. Aproveite e compre o seus!

 

 

 

 

 

 

Assédio Moral X ISO 9001 na operação

 

Em matéria publicada na Folha de SP, de 21/02, diz que assédio moral é abuso de autoridade, difamação ou humilhação no trabalho, praticado de cima para baixo na hierarquia da empresa, ou entre colegas de trabalho.
A primeira pesquisa nacional sobre o assunto, feita pela médica do trabalho Margarida Barreto, diz que 68% dos trabalhadores sofrem algum tipo de humilhação várias vezes na semana.
A prática do assédio é relatada tanto por funcionários de empresas estatais como privadas. Entre as formas mais comuns, os entrevistados apontam, em ordem decrescente, situações em que o agressor transmite instruções confusas à vítima, bloqueia o andamento do trabalho da mesma, atribui erros que ele não cometeu, ignora sua presença na frente de outros e pede urgência para trabalhos irrelevantes.
Estabelecer metas impossíveis para as equipes ou para um funcionário é uma forma comum de assédio moral nestes tempos de crise. Em geral, o funcionário topa o desafio, por medo de perder o emprego ou para provar que não é o incompetente. A sobrecarga de cobrança só aumenta a possibilidade da vítima cometer erros. A saúde do indivíduo é um importante indicativo para detectar o terrorismo no trabalho. Em geral as pessoas somatizam o problema e se deprimem. Isso piora a qualidade de vida fora do trabalho também.
Na falta de canal dentro da empresa, a pessoa que é vítima de assédio moral pode se valer de um recente serviço criado pela DRT-SP: o Núcleo de Promoção da Igualdade de Oportunidades e de Combate à Discriminação no Trabalho (rua Martins Fontes, 109, 9º andar, telefone 3150-8054).
Ao analisar o tema na nossa categoria, cabe-nos a seguinte pergunta: como pode o Metrô querer conquistar o certificado ISO 9001 com os trabalhadores sendo tratados de forma truculenta por alguns SG, que estão pressionando os trabalhadores para responderem às auditorias, interna e externa, sobre os procedimentos operacionais do Metrô, afirmando que se não souberem responder as perguntas amargarão sérias conseqüências.
Como se não bastasse o assédio moral, também ficará difícil para o Metrô conquistar o ISO 9001 na operação, pois não se oferece as condições mínimas para que os trabalhadores efetuem suas tarefas. Exemplos:
1 – o quadro de funcionários é reduzido, provocando enormes filas nas bilheterias e a ausência de funcionários nas linhas de bloqueio e SSO’s;
2 – é grande o número de bilheterias fechadas, aplicando-se gambiarras para que o usuário viaje;
3 - MVB’s confusas que não atendem as necessidades básicas dos usuários;
4 – RBMR, tempo muito longo de espera do usuário para retorno de análises, já que o mesmo pagou adiantado a viagem que não foi utilizada, causando danos financeiros aos mesmos;
5 – trens superlotados, sem programas para aumentar a demanda de viagens (falta de OT’s e cancelamento de viagens programadas);
6 – grande número de supervisores que adotam medidas de atuação diferenciadas (sem padrão), tornando confusas e inseguras as atuações dos subordinados e,
7 – quadro noturno reduzido.
Estes são alguns empecilhos para que o Metrô conquiste o ISO 9001, já que o objetivo é atender ao usuário com qualidade para que o mesmo siga seu destino com conforto, rapidez e segurança.

Adelson Garcia, LNS

 

 

 

 

 

 

Garoto propaganda
“O ato promovido pela Força Sindical teve aval do ministro do Trabalho, Francisco Dorneles. Paulo Pereira da Silva, presidente da central, é um dos garotos-propaganda escolhido pelo ministro para divulgar a proposta de mudança na CLT”.

Folha de São Paulo, 18/03.

Horário de almoço
“Quando a CLT foi feita, em 1949, poucas empresas tinham restaurante no local de trabalho. A situação mudou’’.
Declaração do presidente da Força, Paulo Pereira da Silva, ao justificar a redução do horário de almoço para 30 minutos.

Folha de São Paulo, 21/03.

Cabo Eleitoral
“Globo Cabo vira Globo Cabo Eleitoral do Serra”

José Simão, ao avaliar o financiamento do BNDS de R$ 240 milhões para a Globo Cabo - Carta Capital nº 181.

CPMF
“E ontem eu perguntei pros meus leitores: pra que serve a CPMF mesmo? Recebi 300 respostas. Duzentas e noventa impublicáveis”

José Simão, sobre a aprovação da CPMF na Câmara dos Deputados. Folha de São Paulo – 21/03.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Concurso para inglês ver

Paulo Pasin*

Em correspondência enviada para as residências dos metroviários (aliás, ninguém imagina como os endereços foram adquiridos), o diretor administrativo do Metrô, Fernando de Jesus Carrazedo, afirma:
“O metrô é um exemplo de eficiência, principalmente por contar com um quadro de funcionários muito bem treinado. São homens e mulheres que não se cansam de mostrar para a população que eficiência, limpeza, segurança e rapidez, parte da preocupação permanente e continuada no relacionamento com o público”
Belo discurso, grande falácia contraditória. Especialmente num período pré-eleitoral onde não faltam os que se prestam ao exercício retórico de elogiar o elogiável, mas praticam exatamente o oposto.
Se fossem sinceros os elogios, o início da operação de uma nova linha serviria para valorizar a categoria. Porém, não é isso que constamos com a linha 5 que se transformou num laboratório para retirar direitos (jornada e periculosidades).
O concurso realizado na GOP foi uma montagem destinada a convencer as pessoas a aceitarem a perda de direitos na transferência para a linha 5. Fracassaram. O número de concursados aprovados que aceitaram trabalhar na nova linha foi muito pequeno. Tanto é que a empresa esqueceu o concurso e começou a convidar outras pessoas que não participaram do concurso, mas que são bons profissionais, a se inscreveram.
Nem os trapalhões fariam melhor. A Cia transformou o concurso numa comédia. Começou com a tal pré-qualificação baseada na “avaliação de desempenho”, depois vieram as provas cujos resultados não podiam ser conferidos e, para fechar em grande estilo, quem foi aprovado corre o risco de não ser promovido.
Resistir aos ataques da empresa aos nossos direitos dá trabalho, implica riscos. Mas são atitudes como esta dos companheiros da operação, que não aceitaram a chantagem, que fazem a diferença.
Nós, metroviários, somos respeitados nacionalmente, não só pela nossa qualificação profissional mas, principalmente, por termos consciência dos nossos direitos e sabermos o que fazer para defendê-los.

* Diretor Jurídico

 

 

 

 

 

 

 

 

Hotel montanhês
Pócinhos do Rio Verde, Caldas/MG. Estância climática e hidromineral. Comida caseira, fogão à lenha, em frente ao balneário. Promoção diária completa: R$ 55,00 (casal). F. (035) 3735-1502.

 

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Delben S. Machado Advocacia. Cível, família, imobiliário, trabalhista. No bairro Paraíso. F. 5033-4943 e 9654-3283.

 

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Delegados Sindicais - Eleições começam segunda

A partir de segunda-feira, 25, os metroviários já poderão votar para eleger os Delegados Sindicais que terão um mandato de 2 anos.
As eleições, que vão até o dia 5 de abril, é um momento importante para o fortalecimento do Sindicato na base, e para que as reivindicações específicas de cada área sejam encaminhadas.
Para isso, é importante votar em candidatos que tenham uma atuação firme e constante no local de trabalho.
As urnas estarão coletando votos em todas as áreas onde houve inscrições de candidaturas.
Confira, a seguir, o nome dos candidatos inscritos em cada área.

 

ESTAÇÃO/LLO
ART Irapuã Ribeiro de Aquino
BAS Wilson Ferreira, Nelson da Silva
BFU Marisa dos Santos Mendes, Oraide Lima Ferreira
PDS Carlos Alberto de Souza
PSE Ricardo Pinto da Silva, Eduardo Luciano Rodrigues, Marisa Ferreira de Moura
REP Walter Eduardo Satas
TAT Hipólito A. Pimenta da Rocha
ITQ Geraldo Barbosa Leal
CAR Nadjaldo Pereira Nobrega
BRE Marcio Diniz
VTD Joseph Alves de Souza Netto, Antonio Pereira de Morais
VPA Raquel Barreto da Silva
PEN Odair Guedes
PCA Claudinei Bessani
SEGURANÇA/LLO
PSE Maria das Graças de C. Silva
REP Marco Vinício
TAT Gleice de Nazaré G. O’hara
ITQ Eurico Pires Moraes, Margareth Geralda Arantes
PEN Antonio Roberto de Freitas
TRÁFEGO/LLO
Francisco Clementino Neto
Ubaldo Reginaldo da Silva
Mário Abreu
Alice Henrique Franzin
Vanja Maria da Silva Bueno
Misael Fontes Ferreira
ESTAÇÃO/LNS
BTO Wilson Pereira Santos
JAB Marcelo Pinheiro Lima Oliva
ARM Francinaldo Souza Lucena
VGO Nelson Carvalho
ANR Eduardo Augusto Cremasco
LUZ Carlos Bononi
TRD Cláudio Martins dos Santos
TRÁFEGO/LNS
Paulo Faustino
Ciro Moraes dos Santos
Mário Jorge
Moacir de Sá (Moka)
Jair Avellar Santos
SEGURANÇA/LNS
TUC Valdivino Gomes de Castro
ESTAÇÃO/LMO
TRI Marcelo Carnevalle
CLI Antonio Teixeira da Rocha
PSO Celso Borba
BGD Eduardo Francisco
TRÁFEGO/LMO
Gilberto Alves de Almeida
CCO
Sala Negra Alexandre Carvalho Leme
Prédio Sandra Regina Xavier A. Afonso
GCC
JBG Ilko Antonio França
GMO
Bresser Sérgio Renato S. Magalhães
MTE/LLO
EML/BFU Raul Borges
CCV/REP (diurno/noturno) Luis Antonio dos Santos
PAT
Bloco A André Luiz Piovezan
Bloco A/Not. Valdirei Pereira de Souza
Bloco C João Otero
Bloco H Leonardo de Oliveira Costa
PIT
Bloco A Claudomiro Francisco Pego, Armando Ramos Norberto e Antonio Adagoberto R. Pinto
Bloco C1/Not. Nailton Alves dos Santos
Bl.C2/demais blocos Luiz de Souza (Luizão)
EPB
Diurno/Noturno Paulo Sérgio Gonçalves (Paulinho)
M I
João Antonio Petrauskas
M II
Tânia Machado Candia

 

 

 

 

 

 

Só os trabalhadores pagam a CPMF

 

Novamente será o trabalhador que pagará pelos erros do Plano Real e da política econômica de FHC, sustentada às custas da arrecadação excessiva de impostos e de desvios crescentes de recursos dos setores sociais para bancar o pagamento dívida externa.
FHC insiste em manter a CPMF, um tributo socialmente injusto, indireto e que causa prejuízo aos trabalhadores que recebem pelo banco.
O trabalhador paga duas vezes: quando movimenta a conta e depois quando compra um produto. Ele, na verdade, banca a sua parte e a do empresário que repassa o imposto para o preço final do produto.
Enquanto o trabalhador arca com os prejuízos da CPMF, o governo federal dá imunidade tributária aos investidores nacionais e estrangeiros que operam na Bolsa de Valores, isentando-os do pagamento da CPMF. É um privilégio descabido, pois para os pequenos e médios investidores, que aplicam na poupança, por exemplo, não haverá perdão. Os únicos que não pagavam a CPMF eram as igrejas e as instituições filantrópicas. Agora, a fé e a caridade de FHC são dedicadas ao capital. É nele que o presidente confia e protege.
As operações em bolsas já não recolhiam a CPMF desde 1996, protegidas pela Lei 9.311. Agora, a isenção será inscrita na Constituição, transformando-se numa imunidade tributária. FHC retira exatamente o único aspecto positivo da CPMF: permitir que a Receita Federal acompanhe as grandes movimentações financeiras. Perde-se, inclusive, o controle sobre a entrada de recursos no país. Será uma oportunidade excepcional para mafiosos, traficantes e bandidos de todos os tipos recorrerem ao Brasil para legalizar o dinheiro do crime.
Quem paga o preço dessa política é o povo brasileiro, às custas de índices recordes de desemprego, queda da renda do trabalhador e recessão generalizada.
A duras penas, a sociedade brasileira vem arcando com o custo do Plano Real.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Aedes aegypti no Metrô
Durante essa semana foi localizado um foco de Aedes aegypti no Metrô II. Confirmada a notícia o Metrô se apressou em distribuir areia para colocar nos vasos, passar nos andares esclarecendo os metroviários sobre a doença, soltando comunicado sobre sua preocupação com o combate à dengue e zelo pela saúde da categoria. O que é estranho nesta história é que o Metrô simplesmente omitiu, que há um mês atrás a vice-presidente da CIPA Edifícios, Tânia, já tinha alertado sobre os criadouros do mosquito nas dependências do edifício e solicitado providências para eliminá-los. Infelizmente o Metrô se fez de surdo e agora tem que correr atrás do prejuízo.

 

Assalto em Carrão
Novamente no dia 14/3 um assalto colocou em pânico usuários e funcionários. Até o dinheiro de quem estava na fila foi levado. O que mais revoltou, no entanto, foi a postura do SG Fernando que novamente pressionou os funcionários para irem imediatamente para a delegacia, sem se importar com a saúde dos mesmos. A revolta é maior ainda devido à frequência de ocorrências na estação e a não presença de AS’s no momento do assalto, como ocorre diariamente. É preciso bom senso e o SG parece que desconhece suas atribuições. Este desrespeito precisa acabar.

Seguro
O Sindicato informa que a única corretora que mantém convênio com a entidade é a S&P Corretora. Algumas propagandas e contatos têm sido dirigidos aos metroviários com propostas e a alegação de supostos convênios com o Sindicato. Fique atento. Ao firmar qualquer proposta ou renovar seu seguro entre em contato com a Neide ou Luciana no Sindicato.

Reunião com a GOP 1
Em reunião com a GOP na semana passada, o Sr. Lazarini confirmou que o Metrô não pretende pagar o adicional de periculosidade na linha 5 para as seguinte funções: OT, SL e CST.

Reunião com a GOP 2
Na reunião com a GOP foi levantado pelos diretores do Sindicato os seguintes problemas: segurança dos funcionários e usuários em GBU; senha da CPTM em LUZ; flexibilidade do horário de entrada dos seguranças (código 42 e 43); procedimento para uso do colete na OPS; AS’s fora da função; funcionárias grávidas da OPS que não foram remanejadas; e agressões sofridas por funcionários na transferência dos últimos usuários na estação Sé. A GOP ficou de dar um retorno sobre esses problemas em uma próxima reunião a ser marcada.

Troca
Marcos Carvalho, AE Faixa III, Escala 33 de Marechal Deodoro aceita troca para qualquer estação da leste R. 2530.

Falecimento
O Sindicato lamenta profundamente, o falecimento do combativo companheiro João Araújo, operador de trem da LLO.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Correção do FGTS - Governo prepara calote

A maioria dos bancos ainda não enviou à Caixa Econômica Federal as informações necessárias para o cálculo do valor da correção dos expurgos do FGTS. Segundo do Ministro do Trabalho, quase 50% dos dados ainda não estão disponíveis para informar o saldo aos correntistas

O prazo para que os bancos enviassem as informações encerrou em janeiro desse ano. Apesar da Federação dos Bancos negar o atraso, há grande possibilidade da CEF não cumprir o prazo para enviar os extratos aos trabalhadores. Embora esteja prevista uma multa de 10% do valor de cada parcela atrasada, o governo ainda não aplicou a penalidade aos bancos.
Prevendo o atraso no pagamento, o Ministro do Trabalho, Francisco Dorneles, já saiu alardeando que a culpa será do Supremo Tribunal Federal (STF), que ainda não julgou a Ação Direta de Incons-titucionalidade (Adin) proposta pela Confederação Nacional da Industria (CNI) sobre as fontes de recursos para o pagamento do expurgo.
Porém, mesmo com o julgamento do STF, o atraso do pagamento é um fato incontestável e o governo não reage contra os banqueiros que sempre o apoiaram nas eleições. Pelo contrário, FHC adora bajular e emprestar dinheiro para salvar os bancos falidos.
Na realidade o governo tem demonstrado uma grande agilidade para retirar os direitos dos trabalhadores e beneficiar os empresários, mas quando se trata de cobrar a responsabilidade dos seus aliados ele não faz nada.
O atraso das informações dos bancos contribui para que o governo mantenha o nosso dinheiro no seu caixa por mais tempo e joga para um futuro imprevisto a responsabilidade da Caixa Econômica Federal enviar os extratos aos trabalhadores, o que deveria ser realizado a partir de abril.
Para receber o extrato especificando o valor a ser pago, o trabalhador deve verificar se o seu endereço está atualizado, para que o governo não use isso como argumento para atrasar ainda mais o pagamento.
A CUT recomenda que o termo de adesão não deve ser assinado sem que o trabalhador saiba o valor que terá direito a receber.
Os trabalhadores que não aceitarem a proposta do governo devem aguardar a decisão da Justiça. Na próxima semana a CUT estará realizando uma reunião para atualizar os sindicatos sobre o andamento do processo que temos na justiça.
Pela proposta do governo, quem tem até R$ 1 mil para receber de correção, o pagamento sairá, à vista, em junho de 2002. Mas, quem tem mais de R$ 1 mil a receber o pagamento será parcelado. Os valores mais altos serão quitados em sua totalidade somente em 2007.
O dinheiro da correção poderá ser resgatado pelas pessoas que trabalhavam entre 01/12/88 e 28/02/89 e durante o mês de abril de 1990, e que, portanto, tinham valores depositados no FGTS e foram demitidas posteriormente. Também poderão resgatar, mesmo quem não tenha sido demitido. Os aposentados por invalidez, em razão de acidentes de trabalho, doenças profissionais e aposentados com mais de 65 anos com até R$ 2 mil para receber, além dos trabalhadores portadores de câncer e Aids que terão prioridade no recebimento da correção. Fora dessas condições, a correção do saldo ficará depositada em sua conta do FGTS.
O Sindicato publicou, no dia 22 de novembro de 2001, um encarte especial no Plataforma sobre a atualização monetária do FGTS. A partir da próxima semana essas informações estarão disponíveis na nossa página na internet (www.metroviarios-sp.org.br) para que todos possam tirar suas eventuais dúvidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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 EXPEDIENTE  EDIÇÃO 410

Expediente
Publicação oficial do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo. R. Serra do Japi, 31 - Tatuapé - CEP 03309-000 - Fone: 296-3600 - Fax: 6198-3233 - E-mail: imprensa@metroviarios-sp.org.br Presidente: Flávio Montesinos Godoi. Diretor Responsável: Wagner Fajardo. Equipe: Camila Abud (redação e revisão), Flaldemir Sant´Anna de Abreu, MTB 182 (redação e revisão), Wagner Fajardo (redação). Projeto Gráfico e Editoração: Maria Figaro. Ilustrações: Márcio Baraldi. Fotos: Maurício Moraes, Jorge Araújo/Folha Imagem, José Bergamini e Laldert Castello Branco. Fotolito: Artgraph S/A. Tiragem: 6 mil exemplares

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